FAQA taxa de juros cobrada pelo Prosoft é: TJLP + 1% ao ano.
A taxa de juros cobrada é a TJLP acrescida do spread do BNDES.
Na modalidade pré-embarque, para micro, pequenas e médias empresas, a taxa é de 1% ao ano, e para grandes empresas, a taxa é de 2% ao ano.
Na modalidade pós-embarque, a taxa cobrada é de 0,5%, normalmente, para todas em empresas.
Exemplo para MPMEs: se a TJLP for 8% a.a., a taxa de juros será de 9% a.a.
O valor da TJLP é definido trimestralmente pelo Banco Central. Durante o prazo de pagamento do empréstimo, é provável que o valor da TJLP seja alterado, podendo sofrer alterações tanto para mais quanto para menos. Os juros cobrados considerarão sempre a TJLP referente ao período de cobrança (mensal ou trimestral), e não a TJLP da data de celebração do contrato.
Obs: o valor vigente da TJLP você encontra na página inicial deste site, na coluna indicadores financeiros.
No pré-embarque, o prazo de pagamento é de até 18 meses, sendo 12 para carência e 6 para a amortização. O período de amortização se inicia assim que se encerra o de carência. Durante o período de carência, os pagamentos dos juros são feitos mensalmente.
No pós-embarque, o prazo de pagamento é de até 144 meses (12 anos), divididos entre carência e amortização de acordo com a necessidade do projeto.
O primeiro passo é formular o Plano de Negócios da empresa, a partir do Roteiro disponibilizado pelo BNDES, no site www.bndes.gov.br ou www.softex.br , e preencher as planilhas em Excel exigidas (Emprego, Balanço, Projeções e QUF).
Caso a empresa queira fazer a operação via BNDES, deve entrar em contato através do e-mail contato@bndes.gov.br, para enviar o Plano de Negócios e a documentação requeridas
Se a empresa desejar fazer a operação através da SOFTEX, deve entrar em contato através do e-mail financiamento@nac.softex.br, para obter assessoria para elaboração do Plano de Negócios junto à equipe de Funding. A SOFTEX realizará a análise do Plano e retornará à empresa seus comentários e sugestões de melhora (se houverem). Além disso, é feito um check-list dos documentos necessários para a operação. A SOFTEX também instruirá a empresa sobre como proceder, passo a passo.
A SOFTEX participa da preparação da empresa sobre como proceder ao pleitear um financiamento através do Prosoft. A SOFTEX pode sugerir outras modalidades de financiamento, como o Prosoft-Empresa, mais completo, de acordo com os planos da empresa.
O tempo normal de procedimento entre o envio da Carta-consulta ao BNDES e a liberação do crédito é de, em média, dois meses.
A liberação do crédito no tempo depende das necessidades apresentadas no Projeto. Geralmente, o crédito total é liberado entre duas e quatro parcelas.
Todos os gastos descritos no Projeto deverão ser comprovados com as respectivas notas fiscais. A empresa será periodicamente auditada pela equipe do BNDES, que verificará se os gastos estão seguindo o planejamento apresentado.
Sim. Tanto no pré-embarque como no pós-embarque o programa financiará produtos com índice de nacionalização mínimo de 60%.
Se a construção e/ou reforma de escritório(s) for importante para a exportação de produtos e inserção externa da empresa, o financiamento é possível. Entretanto, para projetos mais completos e de prazo de maturação mais longo, é recomendado que a empresa opte pelo Prosoft-Empresa.
Sim, não há nenhuma restrição quanto a participação de fundos de investimento no capital social da empresa.
O Prosoft tem como objetivo financiar empresas brasileiras, com sede e administração no país, cujo controle efetivo seja exercido diretamente ou indiretamente por pessoa física ou grupo de pessoas físicas domiciliadas e residentes no País. Assim, o financiamento é possível se o plano tiver dispositivos para que não haja transferência de tecnologia para o exterior e se o sócio for residente no país.
O teto do programa para exportação é de US$ 2.000.000,00 (dois milhões de dólares).
Na modalidade pré-embarque, pleitos que obedecem a essa restrição não precisam apresentar garantias reais. Se a empresa desejar pleitos com valores maiores, deverá apresentar garantias.
Na modalidade pós-embarque, a empresa deve, obrigatoriamente, apresentar garantias.
Sim. Após receber os recursos do BNDES, a empresa é obrigada a ser acompanhada por uma equipe do Banco, bem como ser auditada, separadamente, por um auditor independente.
Uma das grandes vantagens do Prosoft, na modalidade pré-embarque, é a não-exigência de garantias reais para a concessão do financiamento às empresas, respeitando-se o teto. No entanto, é exigido dos sócios-controladores que assinem uma carta-fiança da operação, tornando-se, portanto, os fiadores da mesma, responsabilizando-se legalmente pelo cumprimento das obrigações de pagamento assumidas pela empresa.
A SOFTEX não faz a intermediação do Prosoft-Comercialização, cabendo à sua competência apenas as modalidades Prosoft-Empresa e Exportação. A outra modalidade do Prosoft deve ser pleiteada através de instituições financeiras credenciadas pelo BNDES.
Não.
Além do BNDES, outras instituições (públicas e privadas) financiam projetos de investimento das empresas, e que podem ser, muitas vezes, mais adequado que o Prosoft para a sua empresa, caso esta seja uma Start-up e/ou de porte ainda pequeno. A FINEP, o CNPQ, a FAPESP e o SEBRAE, contam com boas opções de financiamento, muitas vezes com recursos não-reembolsáveis, que são de extrema valia para empresas de pequeno porte e que necessitam de grande volume de recursos para suas pesquisas e desenvolvimento de produtos. Estas empresas contam ainda com a opção de serem financiadas por um Fundo de Investimento do tipo Seed Money (Capital Semente) ou Angel (Capital Anjo), ambos destinados a empresas em início de atividades. Além disso, conta também com o tradicional investimento de capital de risco. Navegue pelo nosso site e obtenha mais informações sobre estas outras opções.