Qualidade

FAQ MPS.BR

Encontre as Respostas para suas Dúvidas.

FAQ Aquisição

O PROCESSO ESPECIFICADO NO GUIA DE AQUISIÇÃO PODE SER UTILIZADO PARA COMPRAS DE PACOTES? NESTE CASO ATIVIDADES COMO MONITORAÇÃO NÃO FICARIAM PREJUDICADAS?

O processo do Guia de Aquisição pode ser aplicado para as diversas modalidades de aquisição de Software e Serviços correlatos, inclusive para pacotes (produto de software comercial de prateleira). Como o processo é genérico, é necessário haver uma personalização para as características específicas de cada projeto de aquisição, levando em conta as particularidades do processo de seleção do fornecedor, monitoração do contrato e aceitação dos produtos e serviços. É importante lembrar que, em muitos casos, a aquisição de um pacote está associada a serviços de suporte e manutenção ao longo da vigência do contrato e que, nestas condições, é necessário um trabalho de monitoração do contrato para assegurar que os serviços sejam prestados com a qualidade estabelecida. Um exemplo comum de utilização destes serviços são as atualizações e correções aplicáveis ao longo do ciclo de vida do software.

A ATIVIDADE DE ACEITAÇÃO NÃO PODE SE CONFUNDIR COM TAREFAS REALIZADAS NA MONITORAÇÃO DO CONTRATO, HAJA VISTA QUE NESTAS TAREFAS O FORNECEDOR ENTREGA PRODUTOS PARA SEREM AVALIADOS PELO ADQUIRENTE?

A atividade de aceitação estabelece um marco de entrega e recebimento de produtos e serviços e é complementar às atividades de monitoração onde também são entregues produtos para acompanhamento do andamento do projeto. Observe-se que poderão ocorrer múltiplas aceitações ao longo de um contrato e, mesmo, durante o desenvolvimento de um produto de software. Para cada marco de aceitação devem ser executadas as tarefas previstas na atividade de aceitação, assegurando-se o atendimento aos requisitos previstos no contrato.

QUAIS AS PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS NUM PROJETO DE AQUISIÇÃO QUE VENHA SER FEITO POR MEIO DE PREGÃO ELETRÔNICO?

A licitação por meio de pregão eletrônico deve atender a um conjunto de requisitos legais específicos para esta modalidade. Além disso, é importante que se compreenda as conseqüências técnicas e gerenciais da escolha desta alternativa. O principal aspecto do pregão eletrônico refere-se à forma de seleção de fornecedores, que será baseada unicamente em preço, desde que os competidores atendam ao conjunto de requisitos obrigatórios estabelecidos no certame. Como conseqüência, há a expectativa de que todos os competidores, a princípio, atendam as condições contratuais com a mesma capacidade, fornecendo produtos e serviços de qualidade equivalente. Visando alcançar este pressuposto, é necessário que, pelo menos, dois pontos sejam tratados com muito cuidado: I – a especificação dos requisitos (todos são obrigatórios), além de contemplar as necessidades esperadas, deve ser compatível com o valor projetado para o contrato (deve-se tomar cuidado ao se acrescentar requisitos desejáveis e que seriam objeto de pontuação técnica numa outra modalidade de licitação, pois estes passam a ser obrigatórios e podem ter reflexos no preço da proposta); II – como nem sempre o pressuposto de qualificação técnica equivalente dos fornecedores é real, a gestão de projeto de aquisição e as atividades de monitoração e de aceitação são fatores essenciais e críticos para o sucesso da aquisição.

COMO PODEM SER DEFINIDOS CRITÉRIOS DE PONTUAÇÃO TÉCNICA ENVOLVENDO NÍVEIS DE MATURIDADE DE ORGANIZAÇÕES FORNECEDORAS?

A pontuação técnica é utilizada para premiar possíveis diferenciações técnicas entre proponentes que possam redundar em resultados para o adquirente, tais como na melhoria da qualidade do produto apresentado, na redução de riscos, de prazos ou de outros custos envolvidos na aquisição, entre outros itens. Deste modo, a seleção de fatores pontuáveis e o respectivo peso dado para cada fator deve levar em conta o tipo de ganho que pode ser obtido, caso o proponente que se beneficie da pontuação venha a ser selecionado. Diante disso, caso a organização adquirente considere que a maturidade de processo do fornecedor pode ser um fator que venha a contribuir com o resultado esperado na aquisição, pode utilizar níveis de maturidade como, por exemplo, o que é estabelecido no MPS.BR ou no CMMI, como fator de pontuação. Assim sendo, havendo a necessidade de contratar um fornecedor com um determinado nível de maturidade, considera-se que as pontuações devem ser feitas de modo a permitir que a maturidade seja definida por um ou mais modelos, de forma não cumulativa, obedecendo-se a equivalência existente entre os modelos (veja em FAQ Diversos uma tabela de equivalência entre os níveis de maturidade do MPS.BR e CMMI). Há situações particulares, em que organizações adquirentes podem optar por um determinado modelo, segundo aspectos específicos do seu contexto organizacional.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO, CONFORME PUBLICADO NO GUIA GERAL, É OBRIGATÓRIO PARA UMA EMPRESA DESENVOLVEDORA DE SOFTWARE QUE ADQUIRE ALGUM COMPONENTE DE SOFTWARE “LIVRE” OU DE “CÓDIGO ABERTO” QUE SERÁ ENTREGUE JUNTAMENTE COM O PRODUTO DE SOFTWARE AO CLIENTE?

Não. No entanto, o processo de Gerência de Reutilização é recomendado para gerenciar como ativos reutilizáveis os componentes de software “livre” ou “código aberto” adquiridos. Também, é recomendado que a aquisição siga os procedimentos do Guia de Aquisição.

O PROCESSO DE AQUISIÇÃO É OBRIGATÓRIO PARA UMA EMPRESA DESENVOLVEDORA DE SOFTWARE QUE UTILIZARÁ UM BANCO DE DADOS (POR EXEMPLO, ORACLE OU MS SQL SERVER) NO FORNECIMENTO DE UM PRODUTO OU SERVIÇO DE SOFTWARE?

Depende. Se a responsabilidade pela aquisição das licenças de uso do banco de dados for da empresa fornecedora do produto de software ao cliente, então existem riscos envolvidos para o cliente e é importante a definição e institucionalização do processo de Aquisição para minimizar esses riscos. No entanto, se a responsabilidade pela aquisição das licenças de uso do banco de dados for do cliente, então o processo de Aquisição não necessita ser executado pelo fornecedor do produto de software, mas poderia ser executado pelo cliente. No entanto, é recomendado que a aquisição siga os procedimentos do Guia de Aquisição.

A UTILIZAÇÃO DO GUIA DE AQUISIÇÃO NA ORGANIZAÇÃO IMPLICA, OBRIGATORIAMENTE, NA IMPLEMENTAÇÃO DO PROCESSO DE AQUISIÇÃO?

Não. Pode-se usar o Guia de Aquisição para aquisições específicas que não impliquem, necessariamente, na implementação de um processo de Aquisição na organização ou em projetos sob avaliação. O Guia de Aquisição pode estar sendo usado para compra de softwares ou serviços que atenderão a própria organização e não teriam influencia direta no resultado de projetos entregues a clientes. No entanto, em uma avaliação MPS oficial, o avaliador líder possui a palavra final quanto à exclusão ou não do processo de Aquisição do escopo da avaliação.

É PRÁTICA USUAL, NO ÂMBITO DO MERCADO, EXIGIR QUE AS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS POSSUAM ALGUM TIPO DE ATESTADO DE QUALIDADE? (Ex.: CMMI, MPS.BR, ISO 9001 etc.)

Sim, pois empresas que pretendem contratar serviços de desenvolvimento de software que demandam qualidade nos processos a serem empregados pelo contratado utilizam referências reconhecidas pelo mercado para avaliar e atestar a maturidade dos processos dos possíveis fornecedores. Esta exigência do mercado comprador é um dos principais fatores de estímulo para que as empresas que desenvolvem software venham a buscar a melhoria de seus processos e a avaliação por entidades reconhecidas.

PODE-SE DIZER QUE, DO PONTO DE VISTA DO CONTRATANTE, O ATESTADO DE QUALIDADE DA CONTRATADA EM DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE AJUDA A REDUZIR O RISCO DE UMA CONTRATAÇÃO INEFICIENTE?

Um dos fatores que contribui com a qualidade do resultado final a ser entregue é a qualidade do processo empregado. Diante disso, a adoção de processos com níveis de maturidades atestados por métodos de avaliação associados ao CMMI, MPS.BR, entre outros, contribui significativamente para a redução dos riscos envolvidos em projetos de desenvolvimento de software, principalmente se a contratação e a monitoração do contrato forem efetuadas de forma adequada, conforme definido no Processo de Aquisição do MPS.BR. É importante avaliar também se o contratado está seguindo os processos avaliados como maduros no contexto da contratação.

AS CERTIFICAÇÕES OU AVALIAÇÕES EM PROCESSOS DE MELHORIA DE SOFTWARE AUXILIAM A EMPRESA A ENTREGAR SISTEMAS COM MAIOR NÍVEL DE QUALIDADE?

Detalhando a resposta à questão anterior, a qualidade do processo de software é fundamental seja para a qualidade do produto de software seja para a qualidade em uso deste produto como se vê na Figura 2 da NBR ISO/IEC 9126-1, reproduzida a seguir.

faq aquisição

Figura 2 – Norma Brasileira NBR ISO/IEC 9126-1 Esta figura mostra que o processo de desenvolvimento influencia a produção dos artefatos gerados ao longo do desenvolvimento que, por sua vez, influenciam a qualidade do software em operação e que, finalmente, influencia os efeitos do uso de software num ambiente de usuários.

UMA INSTITUIÇÃO QUE NÃO POSSUI MATURIDADE ALGUMA EM SEUS PROCESSOS DE SOFTWARE OBTERIA BENEFÍCIOS AO CONTRATAR UMA EMPRESA COM QUALQUER NÍVEL DE MATURIDADE?

Os resultados a serem obtidos dependerão do tipo de contratação e das responsabilidades definidas para as partes envolvidas. No caso de processos executados totalmente pelo fornecedor, o seu nível de maturidade contribui com o resultado final, independentemente da maturidade do adquirente. A maturidade do fornecedor em processos gerais, como o de Gerência de Projetos, acaba sendo um fator indutor de melhorias no adquirente, à medida que o fornecedor estabelece alguns mecanismos de organização do trabalho que envolve ambas as partes do contrato. No entanto, para que uma aquisição seja bem sucedida, é importante que o adquirente seja hábil nas fases e atividades apresentadas no Guia de Aquisição.

FAQ Avaliação MA-MPS

Equivalência MR-MPS-SW e CMMI-DEV

Existe uma equivalência entre o MR-MPS-SW e o CMMI-DEV 1.3. Esta equivalência é total do ponto de vista do MR-MPS-SW para o CMMI-DEV, isto é, todos os requisitos das áreas de processo do CMMI-DEV estão presentes no MR-MPS-SW. Entretanto não existe equivalência total do ponto de vista do CMMI-DEV para o MR-MPS-SW, pelas seguintes razões: 1) no Nível F do MR-MPS-SW, existe o processo Gerência de Portfólio de Projetos que não existe no CMMI-DEV. 2) no Nível E do MR-MPS-SW, o processo Gerência de Recursos Humanos inclui os requisitos da área de processo Treinamento Organizacional, mas tem requisitos relacionados à Aquisição de Pessoal e Gerência de Conhecimento que não estão presentes na área de processo Treinamento Organizacional do CMMI-DEV. 3) no Nível E do MR-MPS-SW, existe o processo Gerência de Reutilização que não existe no CMMI-DEV. 4) no Nível C do MR-MPS-SW, existe o processo Desenvolvimento para Reutilização que não existe no CMMI-DEV. Mais informações sobre as equivalências de processos do MR-MPS-SW e áreas de processos do CMMI-DEV e, também, dos resultados esperados do MR-MPS-SW e das práticas do CMMI-DEV podem ser encontradas no Guia de Implementação – Parte 11: Implementação e Avaliação do MR-MPS-SW:2012 em Conjunto com o CMMI-DEV v1.3.

Pertencer a mais de uma II ou a mais de uma IA

Um implementador pode pertencer a uma única Instituição Implementadora (II). Um avaliador pode pertencer a uma única Instituição Avaliadora (IA). Antes de se vincular a uma nova II ou IA deve solicitar à SOFTEX sua desvinculação da(s) anterior(es), conforme pertinente. Não há impedimento para um implementador / avaliador pertencer a uma Instituição Implementadora (II) e a outra Instituição Avaliadora (IA). Neste caso, entretanto, as IAs envolvidas não podem realizar avaliações para as IIs envolvidas.

Atualização no guia geral para representante da empresa na equipe de avaliação

Caso existam mudanças no Guia Geral, a necessidade de atualização refere-se apenas a avaliadores e membros de II credenciadas. Não há exigência, neste sentido, para os representantes da empresa.

Envolvimento do auditor de gerência de configuração nos projetos

O auditor de gerência de configuração pode assumir a responsabilidade pela execução de outras atividades no projeto, por exemplo, implantação do produto. No entanto, o auditor de gerência de configuração não pode participar diretamente do desenvolvimento de produtos de trabalho identificados como itens de configuração ou de outros produtos que compõem uma baseline do produto de software.

Traje dos avaliadores

O avaliador líder e os avaliadores adjuntos devem se apresentar vestidos com elegância e sobriedade. Para os avaliadores homens é obrigatório, na avaliação inicial e na avaliação final, o uso de terno e gravata. Para as avaliadoras é obrigatório, na avaliação inicial e na avaliação final, o uso de terninho ou tailleur. Vestidos só podem ser utilizados se acompanhados de blaser.Cabe ao avaliador líder garantir que todos os avaliadores adjuntos de sua IA ou voluntários estejam trajados adequadamente. Deve vetar a participação de qualquer avaliador adjunto que não esteja vestido adequadamente. Deve, no entanto, garantir que isto não prejudique a empresa avaliada e que o avaliador adjunto providencie no período imediatamente a seguir vestimentas adequadas.

FAQ Grupos de Empresas

Caso a empresa não alcance um dos marcos (50% e 100% do planejado) dentro dos prazos estipulados (itens 10.a, 10.b, 10.c e 10.d) a empresa perde o direito à parcela do SOFTEX, ou a penalidade será o adiamento da parcela até que o marco seja alcançado?

A empresa perde o direito à parcela do SOFTEX. Não haverá adiamento de parcela até que o marco seja alcançado. Veja os itens 7 e 8 do COMUNICADO 20/2005, que terminam com a seguinte frase: O não atendimento deste requisito suspende automaticamente o apoio financeiro da SOFTEX àquela empresa.

Para o atendimento do item 10.b é realmente necessário que sejam iniciados 2 projetos? Considero que isto pode ser uma barreira para pequenas empresas que possuem um único produto, por exemplo.

No caso de empresa com um único produto não seria impedimento, pois os processos podem ser de manutenção evolutiva (em geral caracterizam o uso do processo de desenvolvimento) ou até mesmo manutenções corretivas desde que agrupadas várias caracterizem um projeto e uso dos processos.

Para fazer uma avaliação é necessário ter concluído 2 projetos e iniciar outros 2? Serão avaliados 4 projetos? Mais uma vez acho que dificulta para as pequenas empresas, que precisaram realizar 4 projetos em 12 meses.

Conforme disposto no Guia de Avaliação e no COMUNICADO 20/2005: no nível F serão 2 completos e 2 em desenvolvimento; no nível G serão 1 completo e 1 em desenvolvimento. Menos não caracteriza implantação de processos.

Para receber a primeira parcela de 30% na assinatura do convênio a empresa já precisará comprovar o desembolso? Ou seja, a empresa tem que começar o projeto antes de assinar o convênio?

Sim. Os desembolsos deverão acontecer em datas anteriores e na mesma proporção daqueles que estarão sendo solicitados à SOFTEX.

Uma instituição implementadora (II) também pode ser uma instituição organizadora de grupos de empresas para implementação do MPS.BR (IOGE) ou vice-versa?

Sim, observando que para uma entidade se credenciar como II-MPS.BR ela precisa submeter um proposta nos termos do COMUNICADO 03/2004 e ter seu pleito aprovado pela Sociedade SOFTEX.

Qual a contribuição que as Instituições Organizadoras de Grupos de Empresas (IOGE) terão para coordenação/administração do projeto?

As IOGEs devem buscar recursos para ressarcimento de seus custos pelos serviços que prestarão às empresas através de fontes locais e/ou negociar tais valores com as empresas integrantes do grupo.

Haverá necessidade de abertura de uma conta específica?

Isto será tratado por ocasião do convenio a ser firmado entre a SOFTEX e a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE). Qualquer que seja o formato escolhido, este deverá atender à necessidade de que sejam identificadas claramente as contrapartidas exigidas.

A tabela refere-se a custo de referência por empresa. Estes valores serão alterados de acordo com o perfil das empresas?

Não. Os custos de referência informados levam em consideração os níveis de maturidade do MPS.BR a serem alcançados pelas empresas.

Considerando os valores atribuídos ao Custo de Referência por empresa publicados no COMUNICADO 20/2005, há diferença de valores entre os custos para participação de uma empresa no Modelo de Negócios Cooperado (MNC-MPS.BR) e aqueles que serão cobrados usando-se do Modelo de Negócios Específico (MNE-MPS.BR)?

Os custos para implementação e avaliação do MPS.BR, tanto no MNC como no MNE, devem ser acertados entre as partes envolvidas. No caso do MNC-MPS.BR, entre a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE), a instituição implementadora (II), a instituição avaliadora (IA) e as empresas.No caso do MNE-MPS.BR, entre a instituição implementadora (II), a instituição avaliadora (IA) e a empresa. Nos dois casos acima, os valores podem ser iguais, menores ou maiores do que o Custo de Referência citado do Comunicado. Entretanto, para a SOFTEX, o Custo de Referência significa o valor teto que será considerado para efeito de seu investimento. Ele não pode ser confundido com um preço tabelado que deveria ser seguido obrigatoriamente pelas partes interessadas. Não existe tabelamento de preços de implementação ou de avaliação MPS.

Com relação ao apoio financeiro, a empresa pode utilizar o dinheiro para pagamento de, por exemplo, logística dos consultores envolvidos no projeto de implementação do MPS.BR? Existe alguma restrição com relação ao uso do dinheiro pela empresa?

A gestão dos recursos cabe à instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE), que assina o convênio com a SOFTEX, e não às empresas. Não há restrições com relação ao uso do dinheiro pela IOGE, desde que usado para as despesas previstas na proposta submetida à SOFTEX para recebimento do apoio financeiro.

FAQ Grupos Implementação

Quais resultados de processos podem ser excluídos do escopo da avaliação em uma fábrica de código?

Fábricas de Código podem ser avaliadas em todos os Níveis do MR-MPS-SW (Guia Geral MPS de Software). Para elas, além das já permitidas para qualquer unidade organizacional e descritas no Guia Geral, são permitidas as exclusões de resultados de processos conforme pertinente ao negócio da unidade organizacional e conforme descrito no Guia de Implementação – parte 9. O mesmo conteúdo desse Guia está distribuído entre os Guias de Implementação dos níveis de maturidade (partes 1 a 7), destacados nos itens “Comentários adicionais para implementação em diferentes tipos de organização”. Em qualquer caso todas as exclusões devem ser justificadas e aprovadas pelo avaliador líder que realizará a avaliação.

Quais resultados de processos podem ser excluídos do escopo da avaliação em uma fábrica de teste?

Fábricas de Teste podem ser avaliadas em todos os Níveis do MR-MPS-SW (Guia Geral MPS de Software). Para elas, além das já permitidas para qualquer unidade organizacional e descritas no Guia Geral, são permitidas as exclusões de resultados de processos conforme pertinente ao negócio da unidade organizacional e conforme descrito no Guia de Implementação – parte 10. O mesmo conteúdo desse Guia está distribuído entre os Guias de Implementação dos níveis de maturidade (partes 1 a 7), destacados nos itens “Comentários adicionais para implementação em diferentes tipos de organização”. Em qualquer caso todas as exclusões devem ser justificadas e aprovadas pelo avaliador líder.

O processo de aquisição, conforme publicado no guia geral, é obrigatório para uma empresa desenvolvedora de software que contrata o desenvolvimento ou adquire algum componente de software que será entregue juntamente com o produto de software ao cliente?

Sim. O processo de Aquisição deve ser definido, implantado e institucionalizado para minimizar riscos que podem comprometer os resultados esperados, tais como riscos de não cumprimento de prazos, do produto adquirido não ter a qualidade esperada, do produto adquirido não ter compatibilidade com a arquitetura tecnológica definida, dificuldades de integração, problemas de suporte, etc. No entanto, se a aquisição ocorrer antes do início do desenvolvimento do produto de software, então o processo de Aquisição é recomendado, mas não é obrigatório.

O processo de aquisição, conforme publicado no guia geral, é obrigatório para uma empresa desenvolvedora de software que adquire algum componente de software “livre” ou de “código aberto” que será entregue juntamente com o produto de software ao cliente?

Não. No entanto, o processo de Gerência de Reutilização é recomendado para gerenciar como ativos reutilizáveis os componentes de software “livre” ou “código aberto” adquiridos. Também é recomendado que a aquisição siga os procedimentos do Guia de Aquisição.

O processo de aquisição é obrigatório para uma empresa desenvolvedora de software que utilizará um banco de dados (por exemplo, oracle ou ms sql server) no fornecimento de um produto ou serviço de software?

Depende. Se a responsabilidade pela aquisição das licenças de uso do banco de dados for da empresa fornecedora do produto de software ao cliente, então existem riscos envolvidos para o cliente e é importante a definição e institucionalização do processo de Aquisição para minimizar esses riscos. No entanto, se a responsabilidade pela aquisição das licenças de uso do banco de dados for do cliente, então o processo de Aquisição não necessita ser executado pelo fornecedor do produto de software, mas poderia ser executado pelo cliente. No entanto, é recomendado que a aquisição siga os procedimentos do Guia de Aquisição.

O processo de Aquisição é obrigatório para uma empresa desenvolvedora de software que possui duas ou mais divisões com processos diferentes e uma contrata a outra para o desenvolvimento de uma parte do software? Esse processo também é obrigatório se ambas as divisões tiverem passado por avaliações MPS oficiais?

Sim. Os relacionamentos entre as divisões e colegas de trabalho, geralmente, são informais e isto pode trazer altos riscos para o projeto, principalmente se a aquisição não for planejada e gerenciada de forma adequada e visando garantir os resultados esperados pelo projeto de software. No caso das divisões tiverem passado por avaliações MPS oficiais, o processo de Aquisição também deve ser utilizado para gerenciar por completo o ciclo de desenvolvimento do software.

O processo de Aquisição é obrigatório para uma empresa desenvolvedora de software que desenvolve produtos de software em parceria (estratégicas e/ou tecnológicas) com outras empresas?

Sim. O processo de Aquisição deve ser utilizado para garantir que os componentes de software desenvolvidos pela empresa parceira sejam avaliados de acordo com os critérios estabelecidos, bem como sua incorporação ao produto entregue ao cliente seja planejada e gerenciada de forma adequada. Para tanto, é recomendado, também, que sejam analisados, declarados e gerenciados os acordos, estratégias, responsabilidades, obrigações e restrições das empresas parceiras no desenvolvimento de um produto de software.

O processo de Aquisição é obrigatório para uma empresa desenvolvedora de software que irá adquirir uma ferramenta e/ou componente de software para aumentar a sua produtividade, por exemplo, bibliotecas com padrões e componentes para reutilização no desenvolvimento de software ou ferramentas de automatização de testes de software?

Não. No entanto, o processo de Aquisição é recomendado no caso da aquisição de ferramentas e/ou componentes de software implicar em riscos para o projeto, por exemplo, as ferramentas e/ou componentes de software interferirem em requisitos de qualidade, como interoperabilidade, eficácia, manutenibilidad, etc.

O processo de Aquisição é obrigatório para uma empresa desenvolvedora de software que irá contratar terceiros para desenvolver partes do produto de software, mas que não seguem o mesmo processo definido pela empresa, apesar destes terceiros utilizarem processos que passaram por avaliações MPS oficiais?

Sim. Os riscos de contratar terceiros para desenvolver partes do produto de software que será entregue ao cliente são os mesmos riscos relacionados à aquisição de produtos de software de “prateleira” (COTS – Commercial off the shelf software).

A utilização do Guia de Aquisição na organização implica, obrigatoriamente, na Implementação do processo de Aquisição?

Não. Pode-se usar o Guia de Aquisição para aquisições específicas que não impliquem, necessariamente, na implementação do processo de Aquisição na organização. No entanto, em uma avaliação MPS oficial, o avaliador líder possui a palavra final quanto à exclusão ou não do processo de Aquisição do escopo da avaliação.

Equivalência MR-MPS-SW e CMMI-DEV

Existe uma equivalência entre o MR-MPS-SW e o CMMI-DEV. Esta equivalência é total do ponto de vista do MR-MPS-SW para o CMMI-DEV, isto é, todos os requisitos das áreas de processo do CMMI-DEV estão presentes no MR-MPS-SW. Entretanto, não existe equivalência total do ponto de vista do CMMI-DEV para o MR-MPS-SW, pelas seguintes razões: 1)      no Nível F do MR-MPS-SW, existe o processo Gerência de Portfólio de Projetos que não existe no CMMI-DEV. 2) no Nível E do MR-MPS-SW, o processo Gerência de Recursos Humanos inclui os requisitos da área de processo Treinamento Organizacional, mas tem requisitos relacionados à Aquisição de Pessoal e Gerência de Conhecimento que não estão presentes na área Treinamento Organizacional do CMMI-DEV. 3) no Nível E do MR-MPS-SW, existe o processo Gerência de Reutilização, que não existe no CMMI-DEV. 4) no Nível C do MR-MPS-SW, existe o processo Desenvolvimento para Reutilização que não existe no CMMI-DEV. Existe uma equivalência entre o MR-MPS-SW e o CMMI-DEV 1.3. Esta equivalência é total do ponto de vista do MR-MPS-SW para o CMMI-DEV, isto é, todos os requisitos das áreas de processo do CMMI-DEV estão presentes no MR-MPS-SW. Entretanto não existe equivalência total do ponto de vista do CMMI-DEV para o MR-MPS-SW, pelas seguintes razões: 1) no Nível F do MR-MPS-SW, existe o processo Gerência de Portfólio de Projetos que não existe no CMMI-DEV. 2) no Nível E do MR-MPS-SW, o processo Gerência de Recursos Humanos inclui os requisitos da área de processo Treinamento Organizacional, mas tem requisitos relacionados à Aquisição de Pessoal e Gerência de Conhecimento que não estão presentes na área de processo Treinamento Organizacional do CMMI-DEV. 3) no Nível E do MR-MPS-SW, existe o processo Gerência de Reutilização que não existe no CMMI-DEV. 4) no Nível C do MR-MPS-SW, existe o processo Desenvolvimento para Reutilização que não existe no CMMI-DEV. Mais informações sobre as equivalências de processos do MR-MPS-SW e áreas de processos do CMMI-DEV e, também, dos resultados esperados do MR-MPS-SW e das práticas do CMMI-DEV podem ser encontradas no Guia de Implementação – Parte 11: Implementação e Avaliação do MR-MPS-SW:2012 em Conjunto com o CMMI-DEV v1.3.

A partir do momento em que uma pessoa é aprovada na prova para Implementadores (P2-MPS.BR), como ela pode realizar Implementações MR-MPS em empresas?

Ao ser aprovada na Prova para Implementadores (P2-MPS.BR), uma pessoa torna-se um consultor de implementação MPS credenciado pela SOFTEX. Desta forma, pode atuar como consultor independente em implementações em empresas e pode, também, solicitar sua integração a equipes de consultores de implementação de uma Instituição Implementadora (II) conforme disposto no COMUNICADO 03/2004. As Instituições Implementadoras (II) são credenciadas pela SOFTEX para dar consultoria de implementação do MR-MPS em empresas e grupos de empresas.

Um Implementador pode pertencer a mais de uma II? Um Avaliador pode pertencer a mais de uma IA?

Um implementador pode pertencer a uma única Instituição Implementadora (II). Um avaliador pode pertencer a uma única Instituição Avaliadora (IA). Antes de se vincular a uma nova II ou IA deve solicitar à SOFTEX sua desvinculação da(s) anterior(es), conforme pertinente. Não há impedimento para um implementador/avaliador pertencer a uma Instituição Implementadora (II) e a outra Instituição Avaliadora (IA). Neste caso, entretanto, as IAs envolvidas não podem realizar avaliações para as IIs envolvidas.

Existem restrições para o envolvimento do auditor de gerência de configuração nos projetos?

O auditor de gerência de configuração pode assumir a responsabilidade pela execução de outras atividades no projeto, por exemplo, implantação do produto. No entanto, o auditor de gerência de configuração não pode participar diretamente do desenvolvimento de produtos de trabalho identificados como itens de configuração ou de outros produtos que compõem uma baseline do produto de software.

É necessária a atualização no Guia Geral para o representante da empresa na equipe de avaliação?

Caso existam mudanças no Guia Geral, a necessidade de atualização refere-se, apenas a avaliadores e membros de II credenciadas. Não há exigência, neste sentido, para os Representantes da Empresa.

O que significa a declaração da IOGE de que a empresa cumpriu 100% da implementação?

A declaração de uma IOGE de que a unidade organizacional cumpriu 100% da implementação significa que a unidade organizacional está pronta para ser avaliada com sucesso segundo o julgamento da IOGE e da II. Isto significa que, se o resultado da avaliação não for positivo, esta poderá ser responsabilizada após a auditoria da avaliação por fornecer declaração inadequada.

Qual a diferença entre o Guia Geral e o Guia de Implementação?

O MR-MPS-SW e o MR-MPS-SV estão descritos nos seus respectivos Guias Gerais e são a base para as avaliações MPS. O Guia de Implementação detalha o que é esperado em cada resultado de processo descrito no Guia Geral. O conteúdo do Guia de Implementação e as explicações que constam das planilhas de avaliação devem ser usadas pelos implementadores e pelas organizações que serão avaliadas para subsidiar a implementação do MR-MPS-SW e MR-MPS-SV, pois são referência de como será avaliado cada resultado esperado.

Existe algum impedimento para realizar uma avaliação no nível superior ao que a empresa foi apoiada pela Softex?

Não há qualquer impedimento para uma empresa ser avaliada em nível superior àquele para o qual teve apoio SOFTEX, desde que esta arque com a diferença do custo da avaliação.

Existe algum impedimento para participação em um novo grupo de empresas para nível F de uma empresa que recebeu apoio para o nível G e ainda não foi avaliada?

Não há impedimento para uma IOGE incluir em um novo grupo de empresas, para receber apoio para passar do Nível G para o Nível F, uma empresa ainda não avaliada no nível G desde que: (i) A IOGE tenha dado declaração de cumprimento dos 100% de implementação, e, (ii) A avaliação esteja marcada e comunicada à SOFTEX, com data de início de no máximo 1 mês e de conclusão de no máximo 2 meses.

FAQ Diversos

Equivalência MR-MPS e CMMI

Existe uma equivalência entre o MR-MPS e o CMMI. Esta equivalência é total do ponto de vista do MR-MPS para o CMMI, isto é, todos os requisitos das áreas de processo do CMMI estão presentes no MR-MPS. Entretanto não existe equivalência total do ponto de vista do CMMI para o MR-MPS, pelas seguintes razões: 1) no Nível F do MR-MPS, existe o processo Gerência de Portfólio de Projetos que não existe no CMMI. 2) no Nível E do MR-MPS, o processo Gerência de Recursos Humanos inclui os requisitos da área de processo Treinamento Organizacional, mas tem requisitos relacionados à Aquisição de Pessoal e Gerência de Conhecimento que não estão presentes na área Treinamento Organizacional do CMMI. 3) no Nível E do MR-MPS, existe o processo Gerência de Reutilização que não existe no CMMI. 4) no Nível C do MR-MPS, existe o processo Desenvolvimento para Reutilização que não existe no CMMI.

Existe alguma fonte de informação, de autoria da Softex ou não, que efetue a correlação entre os níveis de maturidade do MPS.BR com os níveis de maturidade de outros modelos? (Ex.: CMMI)

Existe um mapeamento entre as normas internacionais ISO/IEC 12207 (Processos do Ciclo de Vida do Software) e ISO/IEC 15504-2 (Avaliação de Processo – parte 2: Executando uma Avaliação), o CMMI (Capability Maturity Model Integration, do SEI – Software Engineering Institute/ CMU – Carnegie Mellon University) e o modelo de referência MR-MPS, visando garantir a aderência do Modelo MPS a estas duas normas internacionais e sua compatibilidade com o CMMI v1.2. Este mapeamento foi feito pela ETM – Equipe Técnica do Modelo MPS, sob coordenação de Ana Regina Cavalcanti da Rocha/COPPE UFRJ, ao elaborar o Guia Geral do MPS.BR. Neste mapeamento: a) cada resultado esperado do MR-MPS está mapeado para um ou mais resultados destas duas normas internacionais; b) o mapeamento dos níveis do CMMI v1.2 para os níveis do modelo MPS pode ser visto na Tabela 2.

Tabela 2 – Mapeamento entre os Níveis de Maturidade do MR-MPS e CMMI

tabela2

Para garantir 100% de compatibilidade com o CMMI, todas as práticas do CMMI estão contempladas no MR-MPS. Entretanto, visando à conformidade com as normas internacionais ISO/IEC 12207 e 15504-2, as exigências do MR-MPS são maiores do que as do CMMI nos seguintes processos: a) Gerência de Recursos Humanos que no MR-MPS (conforme disposto nas normas ISO/IEC 12207 e 15504-2) abrange aquisição de pessoal, treinamento organizacional e gerência do conhecimento e no CMMI trata apenas de treinamento organizacional; b) Gerência de Portfólio de Projetos, Gerência de Reutilização e Desenvolvimento para Reutilização estão incluídos no MR-MPS (atendendo requisitos das normas ISO/IEC 12207 e 15504-2) e não existem no CMMI.

Quantas empresas foram avaliadas, em cada ano, desde a criação do MPS.BR? Se possível, responder de maneira regionalizada (região norte, nordeste, centro-oeste, sul e sudeste) e por nível de maturidade.

Resposta atualizada a esta questão e mais informações encontram-se na seção Avaliações emwww.softex.br/mpsbr. Um resumo está na mesma seção, na tabela – Total de organizações com Avaliação MPS (vigentes ou não): quadro-resumo por ano, níveis do MR-MPS e regiões geográficas.

Quais empresas têm sua avaliação MPS vigente (não vencida)?

Resposta atualizada a esta questão encontra-se na seção Avaliações em www.softex.br/mpsbr.

Considerando que a entidade a ser avaliada nunca implantou nenhum modelo de melhoria de processo de software, qual é o tempo necessário para que esta implemente os processos de nível F? Qual o custo médio para implementação?

Se a organização não tiver implementado e sido avaliada anteriormente no nível G do Modelo MPS, a implementação do nível F normalmente requer até 12 meses de esforço a um custo de referência por empresa de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais); mais R$ 12.000,00 (doze mil reais) que é o custo de referência de uma avaliação MPS, nível F, a ser realizada no prazo de um a seis meses subseqüentes. Estes dados referem-se a uma empresa que integre um grupo de empresas, de modo cooperado, onde alguns custos são compartilhados; no caso de implementações não cooperadas, estes (tempo e custo) podem variar. Por isto, recomenda-se que a organização interessada faça pedido de propostas de implementação às II – Instituições Implementadoras credenciadas e, posteriormente, pedido de propostas de avaliação às IA – Instituições Avaliadoras credenciadas. Veja as Instituições Implementadoras na seção Implementadoras em www.softex.br/mpsbr e as Instituições Avaliadoras na seção Avaliadoras também em www.softex.br/mpsbr

Qual o prazo médio para realização de uma avaliação MPS.BR? Qual o custo médio desta avaliação? Existe diferença de prazo e custo para níveis de maturidade distintos?

O custo de referência de uma avaliação MPS, nível F, foi informado na resposta à questão anterior. Quanto ao prazo para realização de uma avaliação MPS, o prazo normal entre a avaliação inicial MPS e a avaliação final é de um mês; seis meses é o prazo máximo. Sim, há diferença de prazo e custo para a avaliação de níveis de maturidade distintos, como se depreende da Tabela 4 do Guia de Avaliação – versão 1.1, transcrita a seguir (os guias do MPS.BR estão disponíveis para “download”, gratuito, na seção Guias em www.softex.br/mpsbr).

Tabela 4 – Estimativa de tempo (máximo e mínimo) de uma avaliação MPS.BR e composição (máxima e mínima) da equipe de avaliação.

 tabela

Após a avaliação inicial e dependendo de seu resultado, deve-se rever a duração da avaliação.

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