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WAMPS - Workshop Anual do MPS
FAQ GRUPOS DE EMPRESAS
Dúvidas sobre Apoio a Grupos de Empresas para Implementação e Avaliação do MPS.BR - Níveis G e F

1. Caso a empresa não alcance um dos marcos (50% e 100% do planejado) dentro dos prazos estipulados (itens 10.a, 10.b, 10.c e 10.d) a empresa perde o direito à parcela do SOFTEX, ou a penalidade será o adiamento da parcela até que o marco seja alcançado?

A empresa perde o direito à parcela do SOFTEX. Não haverá adiamento de parcela até que o marco seja alcançado. Veja os itens 7 e 8 do COMUNICADO 20/2005, que terminam com a seguinte frase: O não atendimento deste requisito suspende automaticamente o apoio financeiro da SOFTEX àquela empresa.

2. Para o atendimento do item 10.b é realmente necessário que sejam iniciados 2 projetos? Considero que isto pode ser uma barreira para pequenas empresas que possuem um único produto, por exemplo.

No caso de empresa com um único produto não seria impedimento, pois os processos podem ser de manutenção evolutiva (em geral caracterizam o uso do processo de desenvolvimento) ou até mesmo manutenções corretivas desde que agrupadas várias caracterizem um projeto e uso dos processos.

3. Para fazer uma avaliação é necessário ter concluído 2 projetos e iniciar outros 2? Serão avaliados 4 projetos? Mais uma vez acho que dificulta para as pequenas empresas, que precisaram realizar 4 projetos em 12 meses.

Conforme disposto no Guia de Avaliação e no COMUNICADO 20/2005: no nível F serão 2 completos e 2 em desenvolvimento; no nível G serão 1 completo e 1 em desenvolvimento. Menos não caracteriza implantação de processos.

4. Para receber a primeira parcela de 30% na assinatura do convênio a empresa já precisará comprovar o desembolso? Ou seja, a empresa tem que começar o projeto antes de assinar o convênio?

Sim. Os desembolsos deverão acontecer em datas anteriores e na mesma proporção daqueles que estarão sendo solicitados à SOFTEX.

5. Uma instituição implementadora (II) também pode ser uma instituição organizadora de grupos de empresas para implementação do MPS.BR (IOGE) ou vice-versa?

Sim, observando que para uma entidade se credenciar como II-MPS.BR ela precisa submeter um proposta nos termos do COMUNICADO 03/2004 e ter seu pleito aprovado pela Sociedade SOFTEX.

6. Qual a contribuição que as Instituições Organizadoras de Grupos de Empresas (IOGE) terão para coordenação/administração do projeto?

As IOGEs devem buscar recursos para ressarcimento de seus custos pelos serviços que prestarão às empresas através de fontes locais e/ou negociar tais valores com as empresas integrantes do grupo.

7. Haverá necessidade de abertura de uma conta específica?

Isto será tratado por ocasião do convenio a ser firmado entre a SOFTEX e a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE). Qualquer que seja o formato escolhido, este deverá atender à necessidade de que sejam identificadas claramente as contrapartidas exigidas.

8. A tabela refere-se a custo de referência por empresa. Estes valores serão alterados de acordo com o perfil das empresas?

Não. Os custos de referência informados levam em consideração os níveis de maturidade do MPS.BR a serem alcançados pelas empresas.

9. Considerando os valores atribuídos ao Custo de Referência por empresa publicados no COMUNICADO 20/2005, há diferença de valores entre os custos para participação de uma empresa no Modelo de Negócios Cooperado (MNC-MPS.BR) e aqueles que serão cobrados usando-se do Modelo de Negócios Específico (MNE-MPS.BR)?

Os custos para implementação e avaliação do MPS.BR, tanto no MNC como no MNE, devem ser acertados entre as partes envolvidas.
No caso do MNC-MPS.BR, entre a instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE), a instituição implementadora (II), a instituição avaliadora (IA) e as empresas.No caso do MNE-MPS.BR, entre a instituição implementadora (II), a instituição avaliadora (IA) e a empresa.
Nos dois casos acima, os valores podem ser iguais, menores ou maiores do que o Custo de Referência citado do Comunicado. Entretanto, para a SOFTEX, o Custo de Referência significa o valor teto que será considerado para efeito de seu investimento. Ele não pode ser confundido com um preço tabelado que deveria ser seguido obrigatoriamente pelas partes interessadas. Não existe tabelamento de preços de implementação ou de avaliação MPS.

10. Com relação ao apoio financeiro, a empresa pode utilizar o dinheiro para pagamento de, por exemplo, logística dos consultores envolvidos no projeto de implementação do MPS.BR? Existe alguma restrição com relação ao uso do dinheiro pela empresa?

A gestão dos recursos cabe à instituição organizadora do grupo de empresas (IOGE), que assina o convênio com a SOFTEX, e não às empresas. Não há restrições com relação ao uso do dinheiro pela IOGE, desde que usado para as despesas previstas na proposta submetida à SOFTEX para recebimento do apoio financeiro.