ACESSO RÁPIDO
Acesso Restrito
Agenda
Artigos e Apresentações
Comunicados
Lições Aprendidas
Profissionais Habilitados
Resultados de Desempenho
WAMPS - Workshop Anual do MPS
FAQ IMPLEMENTAÇÃO MR-MPS
Dúvidas sobre o Guia Geral e Guia de Implementação – Revisado completamente em: 01-07-2009

1. QUAIS RESULTADOS DE PROCESSOS PODEM SER EXCLUÍDOS DO ESCOPO DA AVALIAÇÃO EM UMA FÁBRICA DE CÓDIGO?

Fábricas de Código podem ser avaliadas em todos os Níveis do MR-MPS (Guia Geral 2009) e para elas são permitidas as seguintes exclusões de resultados de processos, conforme pertinente ao negócio da unidade organizacional (além das já permitidas para qualquer unidade organizacional e descritas no Guia Geral):

DRE – Desenvolvimento de Requisitos: todos os resultados
PCP – Projeto e Construção do Produto: Todos menos PCP 6
VAL – Validação: todos os resultados

Em qualquer caso todas as exclusões devem ser justificadas e aprovadas pelo avaliador líder que realizará a avaliação.

2. QUAIS RESULTADOS DE PROCESSOS PODEM SER EXCLUÍDOS DO ESCOPO DA AVALIAÇÃO EM UMA FÁBRICA DE TESTE?

Fábricas de Teste podem ser avaliadas em todos os Níveis do MR-MPS (Guia Geral 2009) e para elas são permitidas as seguintes exclusões de resultados de processos, conforme pertinente ao negócio da unidade organizacional (além das já permitidas para qualquer unidade organizacional e descritas no Guia Geral):

DRE – Desenvolvimento de Requisitos: todos os resultados
ITP - Integração do Produto: todos os resultados
PCP – Projeto e Construção do Produto: todos os resultados
VAL – Validação: todos os resultados

Em qualquer caso todas as exclusões devem ser justificadas e aprovadas pelo avaliador líder.

3. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO, CONFORME PUBLICADO NO GUIA GERAL, É OBRIGATÓRIO PARA UMA EMPRESA DESENVOLVEDORA DE SOFTWARE QUE CONTRATA O DESENVOLVIMENTO OU ADQUIRE ALGUM COMPONENTE DE SOFTWARE QUE SERÁ ENTREGUE JUNTAMENTE COM O PRODUTO DE SOFTWARE AO CLIENTE?

Sim. O processo de Aquisição deve ser definido, implantado e institucionalizado para minimizar riscos que podem comprometer os resultados esperados, tais como riscos de não cumprimento de prazos, do produto adquirido não ter a qualidade esperada, do produto adquirido não ter compatibilidade com a arquitetura tecnológica definida, dificuldades de integração, problemas de suporte, etc. No entanto, se a aquisição ocorrer antes do início do desenvolvimento do produto de software, então o processo de Aquisição é recomendado, mas não é obrigatório.

4. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO, CONFORME PUBLICADO NO GUIA GERAL, É OBRIGATÓRIO PARA UMA EMPRESA DESENVOLVEDORA DE SOFTWARE QUE ADQUIRE ALGUM COMPONENTE DE SOFTWARE “LIVRE” OU DE “CÓDIGO ABERTO” QUE SERÁ ENTREGUE JUNTAMENTE COM O PRODUTO DE SOFTWARE AO CLIENTE?

Não. No entanto, o processo de Gerência de Reutilização é recomendado para gerenciar como ativos reutilizáveis os componentes de software “livre” ou “código aberto” adquiridos. Também, é recomendado que a aquisição siga os procedimentos do Guia de Aquisição.

5. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO É OBRIGATÓRIO PARA UMA EMPRESA DESENVOLVEDORA DE SOFTWARE QUE UTILIZARÁ UM BANCO DE DADOS (POR EXEMPLO, ORACLE OU MS SQL SERVER) NO FORNECIMENTO DE UM PRODUTO OU SERVIÇO DE SOFTWARE?

Depende. Se a responsabilidade pela aquisição das licenças de uso do banco de dados for da empresa fornecedora do produto de software ao cliente, então existem riscos envolvidos para o cliente e é importante a definição e institucionalização do processo de Aquisição para minimizar esses riscos. No entanto, se a responsabilidade pela aquisição das licenças de uso do banco de dados for do cliente, então o processo de Aquisição não necessita ser executado pelo fornecedor do produto de software, mas poderia ser executado pelo cliente. No entanto, é recomendado que a aquisição siga os procedimentos do Guia de Aquisição.

6. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO É OBRIGATÓRIO PARA UMA EMPRESA DESENVOLVEDORA DE SOFTWARE QUE POSSUI DUAS OU MAIS DIVISÕES COM PROCESSOS DIFERENTES E UMA CONTRATA A OUTRA PARA O DESENVOLVIMENTO DE UMA PARTE DO SOFTWARE? ESSE PROCESSO TAMBÉM É OBRIGATÓRIO SE AMBAS AS DIVISÕES TIVEREM PASSADO POR AVALIAÇÕES MPS OFICIAIS?

Sim. Os relacionamentos entre as divisões e colegas de trabalho, geralmente, são informais e isto pode trazer altos riscos para o projeto, principalmente se a aquisição não for planejada e gerenciada de forma adequada e visando garantir os resultados esperados pelo projeto de software. No caso das divisões tiverem passado por avaliações MPS oficiais, o processo de Aquisição também deve ser utilizado para gerenciar por completo o ciclo de desenvolvimento do software.

7. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO É OBRIGATÓRIO PARA UMA EMPRESA DESENVOLVEDORA DE SOFTWARE QUE DESENVOLVE PRODUTOS DE SOFTWARE EM PARCERIA (ESTRATÉGICAS E/OU TECNOLÓGICAS) COM OUTRAS EMPRESAS?

Sim. O processo de Aquisição deve ser utilizado para garantir que os componentes de software desenvolvidos pela empresa parceira sejam avaliados de acordo com os critérios estabelecidos, bem como sua incorporação ao produto entregue ao cliente seja planejada e gerenciada de forma adequada. Para tanto, é recomendado, também, que sejam analisados, declarados e gerenciados os acordos, estratégias, responsabilidades, obrigações e restrições das empresas parceiras no desenvolvimento de um produto de software.

8. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO É OBRIGATÓRIO PARA UMA EMPRESA DESENVOLVEDORA DE SOFTWARE QUE IRÁ ADQUIRIR UMA FERRAMENTA E/OU COMPONENTE DE SOFTWARE PARA AUMENTAR A SUA PRODUTIVIDADE, POR EXEMPLO, BIBLIOTECAS COM PADRÕES E COMPONENTES PARA REUTILIZAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE OU FERRAMENTAS DE AUTOMATIZAÇÃO DE TESTES DE SOFTWARE?

Não. No entanto, o processo de Aquisição é recomendado no caso da aquisição de ferramentas e/ou componentes de software implicar em riscos para o projeto, por exemplo, as ferramentas e/ou componentes de software interferirem em requisitos de qualidade como interoperabilidade, eficácia, manutenibilidade, etc.

9. O PROCESSO DE AQUISIÇÃO É OBRIGATÓRIO PARA UMA EMPRESA DESENVOLVEDORA DE SOFTWARE QUE IRÁ CONTRATAR TERCEIROS PARA DESENVOLVER PARTES DO PRODUTO DE SOFTWARE, MAS QUE NÃO SEGUEM O MESMO PROCESSO DEFINIDO PELA EMPRESA, APESAR DESTES TERCEIROS UTILIZAREM PROCESSOS QUE PASSARAM POR AVALIAÇÕES MPS OFICIAIS?

Sim. Os riscos de contratar terceiros para desenvolver partes do produto de software que será entregue ao cliente são os mesmos riscos relacionados à aquisição de produtos de software de “prateleira” (COTS – Commercial off the shelf software).

10. A UTILIZAÇÃO DO GUIA DE AQUISIÇÃO NA ORGANIZAÇÃO IMPLICA, OBRIGATORIAMENTE, NA IMPLEMENTAÇÃO DO PROCESSO DE AQUISIÇÃO?

Não. Pode-se usar o Guia de Aquisição para aquisições específicas que não impliquem, necessariamente, na implementação do processo de Aquisição na organização. No entanto, em uma avaliação MPS oficial, o avaliador líder possui a palavra final quanto à exclusão ou não do processo de Aquisição do escopo da avaliação.

11. EQUIVALÊNCIA MR-MPS E CMMI

Existe uma equivalência entre o MR-MPS e o CMMI. Esta equivalência é total do ponto de vista do MR-MPS para o CMMI, isto é, todos os requisitos das áreas de processo do CMMI estão presentes no MR-MPS. Entretanto não existe equivalência total do ponto de vista do CMMI para o MR-MPS, pelas seguintes razões:

1) no Nível F do MR-MPS, existe o processo Gerência de Portfólio de Projetos que não existe no CMMI.

2) no Nível E do MR-MPS, o processo Gerência de Recursos Humanos inclui os requisitos da área de processo Treinamento Organizacional, mas tem requisitos relacionados à Aquisição de Pessoal e Gerência de Conhecimento que não estão presentes na área Treinamento Organizacional do CMMI.

3) no Nível E do MR-MPS, existe o processo Gerência de Reutilização que não existe no CMMI.

4) no Nível C do MR-MPS, existe o processo Desenvolvimento para Reutilização que não existe no CMMI.

12. A PARTIR DO MOMENTO EM QUE UMA PESSOA É APROVADA NA PROVA PARA IMPLEMENTADORES (P2-MPS.BR), COMO ELA PODE REALIZAR IMPLEMENTAÇÕES MR-MPS EM EMPRESAS?

Ao ser aprovada na Prova para Implementadores (P2-MPS.BR), uma pessoa torna-se um consultor de implementação MPS credenciado pela SOFTEX. Desta forma pode atuar como consultor independente em implementações em empresas e pode, também, solicitar sua integração a equipes de consultores de implementação de uma Instituição Implementadora (II) conforme disposto no COMUNICADO 03/2004. As Instituições Implementadoras (II) são credenciadas pela SOFTEX para dar consultoria de implementação do MR-MPS em empresas e grupos de empresas.

13. UM IMPLEMENTADOR PODE PERTENCER A MAIS DE UMA II? UM AVALIADOR PODE PERTENCER A MAIS DE UMA IA?

Um implementador pode pertencer a uma única Instituição Implementadora (II). Um avaliador pode pertencer a uma única Instituição Avaliadora (IA). Antes de se vincular a uma nova II ou IA deve solicitar à SOFTEX sua desvinculação da(s) anterior(es), conforme pertinente. Não há impedimento para um implementador/avaliador pertencer a uma Instituição Implementadora (II) e a outra Instituição Avaliadora (IA). Neste caso, entretanto, as IAs envolvidas não podem realizar avaliações para as IIs envolvidas.

14. EXISTEM RESTRIÇÕES PARA O ENVOLVIMENTO DO AUDITOR DE GERÊNCIA DE CONFIGURAÇÃO NOS PROJETOS?

O auditor de gerência de configuração pode assumir a responsabilidade pela execução de outras atividades no projeto, por exemplo, implantação do produto. No entanto, o auditor de gerência de configuração não pode participar diretamente do desenvolvimento de produtos de trabalho identificados como itens de configuração ou de outros produtos que compõem uma baseline do produto de software.

15. É NECESSÁRIA A ATUALIZAÇÃO NO GUIA GERAL:2009 PARA O REPRESENTANTE DA EMPRESA NA EQUIPE DE AVALIAÇÃO?

A necessidade de atualização refere-se, apenas a avaliadores e membros de II credenciadas. Não há exigência, neste sentido, para os representantes da Empresa.

16. O QUE SIGNIFICA A DECLARAÇÃO DA IOGE DE QUE A EMPRESA CUMPRIU 100% DA IMPLEMENTAÇÃO?

A declaração de uma IOGE de que a unidade organizacional cumpriu 100% da implementação significa que a unidade organizacional está pronta para ser avaliada com sucesso segundo o julgamento da IOGE e da II. Isto significa que, se o resultado da avaliação não for positivo, esta poderá ser responsabilizada após a auditoria da avaliação por fornecer declaração inadequada.

17. QUAL A DIFERENÇA ENTRE O GUIA GERAL E O GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO?

O MR-MPS está descrito no Guia Geral e é a base para as avaliações MPS. O Guia de Implementação detalha o que é esperado em cada resultado de processo descrito no Guia Geral.
O conteúdo do Guia de Implementação e as explicações que constam das planilhas de avaliação devem ser usadas pelos implementadores e pelas organizações que serão avaliadas para subsidiar a implementação do MR-MPS pois são referência de como será avaliado cada resultado esperado.

18. EXISTE ALGUM IMPEDIMENTO PARA REALIZAR UMA AVALIAÇÃO NO NÍVEL SUPERIOR AO QUE A EMPRESA FOI APOIADA PELA SOFTEX?

Não há qualquer impedimento para uma empresa ser avaliada em nível superior àquele para o qual teve apoio SOFTEX, desde que esta arque com a diferença do custo da avaliação.

19. EXISTE ALGUM IMPEDIMENTO PARA PARTICIPAÇÃO EM UM NOVO GRUPO DE EMPRESAS PARA NÍVEL F DE UMA EMPRESA QUE RECEBEU APOIO PARA O NÍVEL G E AINDA NÃO FOI AVALIADA?

Não há impedimento para uma IOGE incluir em um novo grupo de empresas, para receber apoio para passar do Nível G para o Nível F, uma empresa ainda não avaliada no nível G desde que:

(i). A IOGE tenha dado declaração de cumprimento dos 100% de implementação, e,
(ii). A avaliação esteja marcada e comunicada à SOFTEX, com data de início de no máximo 1 mês e de conclusão de no máximo 2 meses.